terça-feira, 20 de agosto de 2013

PlayStation 4 chega ao Brasil em 29 de novembro


A espera por uma data acabaou. A Sony divulgou, nesta terça-feira (20), em apresentação na Gamescom 2013, na Alemanha, que seu PlayStation 4 chegará às lojas dos Estados Unidos no dia 15 de novembro. Na Europa e Brasil, o console será lançado em 29 de novembro.

Na conferência, a Sony ainda disse que espera lançá-lo em 50 países até o fim do ano. Nos Estados Unidos, o PS4 terá preço base de US$ 399. Na Europa, ele custará 399 euros e 349 libras esterlinas no Reino Unido. Ao todo, 1 milhão de unidades do videogame já foram reservados na pré-venda, segundo o site Engadget.

Além disso, a Sony anunciou que 15 jogos chegarão junto ao lançamento do console, 38 até o fim de 2013. Os primeiros títulos estão NBA 2K14, Call of Duty: Ghosts, Skylanders Warp Force, Need For Speed: Rivals, Battlefield 4, Madden 25, Fifa 14, NBA Live, Killzone: Shadow Fall, Driveclub, Knack, Assassin's Creed 4: Black Flag, Watch Dogs, Just Dance 5 e Lego Marvel Superheroes. De acordo com a empresa, há atualmente 180 games em desenvolvimento para o novo consoles. 

Para lançamento digital, PS4 receberá: Minecraft, Basement Crawl, Pool Nation Extreme, Constrast, Warframe, Pinball Arcade, Warthunder, N++, DC Universe, Planetside 2, Counterspy, ResoGun, Flower, Doki-Doki universe, Hohokum, Tiny Brains, Super Motherload e Blacklight.

 Em fevereiro, no anúncio do PS4 em Nova York, Mark Stanley, diretor-geral do Playstation para a América Latina, garantiu que o console estará disponível para teste na Brasil Game Show, que acontece entre os dias 25 e 29 de outubro, em São Paulo.

Na época, o executivo disse que uma das maiores dificuldade para os brasileiros desfrutarem de todas as funções do PS4 é a fraca internet banda larga.

Font: http://games.terra.com.br/plataformas/playstation/playstation-4-chega-ao-brasil-em-29-de-novembro,8b4e7129b1d90410VgnVCM20000099cceb0aRCRD.html?ECID=BR_RedeSociais_Facebook_0_Noticia

Red Hot Chili Peppers: John Frusciante fala sobre sua saída da banda



O guitarrista John Frusciante, deixou o Red Hot Chili Peppers em duas oportunidades. A última em 2009, depois da turnê do álbum "Stadium Arcadium" e foi seguir seu caminho em carreira solo com seus projetos.

 E em entrevista a Billboard, ele explicou os motivos que fizeram com que ele deixasse a banda.

"Sempre quis fazer música eletrônica e eu mal conseguia durante os 10 anos, ou seja, lá quanto tempo foi que fiquei na banda depois de voltar em 1998. E é uma coisa como todas as outras em que você precisa praticar todos os dias para ficar bom. E eu nunca tinha pensado em deixar o Red Hot Chili Peppers até que Flea chegou para mim e disse, "Eu quero dois anos de folga depois dessa turnê". E ele disse isso na metade da turnê de Stadium Arcadium, e quando ele disse eu fiquei chocado, porque eu pensei que a gente estava com tudo e deveria continuar fazendo aquilo, sabe? Mas assim que ele me disse isso, minha mente começou a viajar, pensando, ("O que eu deveria fazer em dois anos se eu tivesse dois anos para fazer qualquer coisa que gostaria?") E quase quatro meses depois eu estava muito empolgado em deixar a banda que nem queria que fosse um lance de dois anos. Eu sabia que nunca mais gostaria de estar em uma banda novamente, sabe? E eu não saí de verdade até vários meses depois de a gente já estar dando um tempo, mas eu sabia que queria sair meses antes da turnê acabar. Eu estava determinado.", disse o guitarrista.

Hoje Frusciante trabalha em carreira solo e recentemente lançou um EP, nesta entrevista ele também comentou sobre sua vida musical atual

"Nos últimos meses só fiz hip hop. Faz um ano que eu tenho trabalhado com um artista chamado Black Knights. Nós fizemos uma parceria que deu muito certo. Devido à tecnologia, temos uma relação musical onde ninguém fala para ninguém o que deve fazer, ninguém impõe restrições a ninguém, ninguém discute. Meu trabalho é fazer a música, o deles é fazer rap, e não nos metemos no caminho do outro. Todos gostaríamos de ouvir o mesmo disco, é como eu penso."

Além disso, ele foi perguntado sobre apresentações ao vivo, e deixou muito claro o seu estilo Frusciante de ser.

"Olha, eu não tenho interesse em tocar ao vivo. Não me vejo mais como um artista que faz shows. Nunca foi algo natural para mim. Foi algo em que me adaptei, mas nunca uma expressão de quem eu sou. Não sou um "performer". Não gosto do efeito que a plateia tem em mim, porque para mim a música é algo que vem de dentro."


Font: http://superrockbrasil.com/noticia/red-hot-chili-peppers-john-frusciante-fala-sobre-sua-saida-da-banda/626

sábado, 17 de agosto de 2013

Os últimos dias do vocalista Bon Scott

ImagemAos 33 anos de idade, Bon tinha passado pouco mais de cinco deles ao lado do AC/DC, o suficiente para colocar a banda, e claro a si próprio, no hall dos imortais do rock n’ roll. Depois de passar o natal de 1979 na Austrália, Bon Scott estava de volta para Londres no ano novo, onde começou a trabalhar com Angus e Malcolm nas composições para o próximo disco do grupo, a ser lançado naquele ano de 1980. Nessa época o vocalista estava morando em Londres com sua namorada japonesa, Ana Baba, mas mesmo assim não deixava de flertar ocasionalmente com sua antiga namorada e traficante, Margaret “Silver” Smith, uma loura famosa na cena rocker de London por descolar heroína da boa para caras como Ronnie Wood, Keith Richards, Jimmy Page, etc.Em 1977, Bon Scott chamou seus companheiros de banda e equipe de canto e confessou a eles: “Uma cigana que joga tarô me disse que por volta de 1980 eu estarei morto”. Todos deram gargalhadas e naquela altura, para Bon foi só uma desculpa sem efetiva importância para ele continuar vivendo sua vida no limite... Malcolm, porém se lembra muito bem do que a cigana disse a Bon: “Ela disse que ele iria conhecer uma loura e ficar com ela firme por um tempo, depois iria se separar e daí ficar com uma garota oriental de cabelos negros. Depois disso, sua vida seria sensivelmente encurtada”...
Voltando a janeiro de 1980, no dia 27, o AC/DC se apresentou em Southampton, finalizando assim a turnê de promoção do álbum "Highway To Hell", o primeiro grande sucesso de vendas do grupo no mundo todo, inclusive na América. No começo do mês de fevereiro, Bon apareceu em um dos três shows do UFO no Hammersmith Odeon, para bater um papo, tomar umas e rever os amigos Pete Way e Phil Mogg. O que era para ser um mero e casual “encontro de backstage” acabou se transformando numa festa da pesada, e para o pessoal do UFO, nessa altura do campeonato isso significava uma festa regada a heroína, e teoricamente, Bon também teria participado dessa festa naquela noite.
Nos dias seguintes, mesmo com o término da tour, o AC/DC  ainda tinha algumas obrigações contratuais envolvendo a promoção de seu disco mais recente em programas de TV. A primeira delas foi uma aparição do famoso Top Of The Pops, onde tocaram “Touch Too Much”. A segunda aconteceu em Madrid, na Espanha, onde participaram do programa Aplauso tocando três faixas: “Beating Around The Bush”, Girls Got Rhythm” e “Highway To Hell”. Na manhã seguinte dessa gravação, a banda ainda participou de uma entrevista coletiva à imprensa espanhola.
No dia 13 de fevereiro, Bon estava feliz e de volta a Londres. Naquele dia, de folga, ele passou num estúdio para dar um alô aos amigos franceses do Trust, que estavam gravando seu novo álbum, "Repression". Bon estava inclusive dando uma força aos amigos e traduzindo algumas letras da banda para o inglês, visando um futuro lançamento na Inglaterra. No estúdio, a banda convidou Bon para gravar com eles uma nova versão de “Ride On”, que ele fez prontamente e com muito prazer. Essa seria sua última gravação...

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No dia seguinte, chegava da América a notícia: "Highway To Hell" havia ultrapassado um milhão de cópias vendidas! Segundo a namorada de Bon, Anna, nessa época ele estava bebendo até um pouco mais como o de costume e já acordava de manhã com uma garrafa de whisky na mão, e seu passatempo favorito era passar horas bebendo e ouvindo álbuns como "Slowhand" de Eric Clapton, "Imagine" de John Lennon, o primeiro álbum dos Pretenders que tinha saído recentemente e Tchaikovsky. Nessa época também fazia constantes visitas a um médico, pois depois de anos de abusos, estava tendo problemas com seu fígado.
ImagemTrês dias depois, 17 de fevereiro, um domingo, Bon estava tomando umas cervejas num pub e lá voltou a se encontrar com Mogg e Way do UFO. No dia seguinte, Bon ligou para Silver Smith, convidando-a para alguns drinks mais a noite. Silver tinha compromissos e negou a proposta, mas disse que seu companheiro de quarto, um cara chamado Alistair Kinnear poderia sair com Bon e levá-lo num show de uma banda amadora no Music Machine, em Camden Town, bairro boêmio de Londres.Depois de muitas rodadas, a dupla se mandou para Ashby Court, onde Bon vivia naquela época. No caminho, Bon literalmente apagou no banco de trás do veículo. Kinnear não deu muita bola e seguiu adiante. Quando chegou na casa do vocalista do AC/DC, Kinnear tentou chamar Bon e levá-lo para a cama, porém não conseguiu acordar seu companheiro, que estava num avançado estado de embriaguez.
Kinnear desistiu da idéia e seguiu dirigindo para seu próprio apartamento. Chegando lá, nova tentativa frustrada de tirar o amigo bêbado do veículo. O jeito foi deixar Bon dormindo no banco de trás do automóvel, um Renault 5.
Quando Kinnear voltou no começo da noite do dia seguinte para ver seu amigo, já era tarde demais. Bon estava morto, praticamente congelado dentro do pequeno automóvel. O sujeito ainda levou o vocalista às pressas para o Kings College Hospital, de Londres, onde o músico já chegou sem vida nas dependências do pronto socorro.
O atestado de óbito informou que Bon Scott havia falecido em decorrência de envenenamento alcoólico agudo e “death by misadventure” (morte por desventura, ou por desgraça, ou “falta de sorte”).
ImagemNos jornais da época foi também noticiado que o músico teria se sufocado com o próprio vômito e que a baixa temperatura da madrugada e suas constantes crises de asma colaboraram para a tragédia daquela fria manhã de 19 de fevereiro de 1980, um dos dias mais tristes do rock n’ roll.Os tablóides sensacionalistas ingleses do dia seguinte começaram a trazer as manchetes: “Estrela do rock bebe até morrer”. Num deles, o Evening Standard, o jornalista chegou a localizar Kinnear, que fez a seguinte declaração para o jornal: “Quando fui buscar Bon para irmos juntos ao bar, ele já apareceu completamente bêbado. Chegando lá ele ficou tomando quatro garrafas de whisky ao mesmo tempo... Mais tarde, no carro, eu não conseguia movê-lo. Então eu o cobri com um cobertor e deixei um recado anotado num pedaço de papel, dizendo o número do meu apartamento caso ele acordasse...O dia estava amanhecendo e eu fui dormir. Horas depois eu acordei e fui dar uma olhada em Bon e logo percebi que algo de muito errado tinha acontecido”. Essa foi a primeira e única declaração de Kinnear, que depois sumiu dos holofotes, indo viver numa remota área do litoral espanhol.
Em 2005, 25 anos depois da morte do vocalista, Kinnear voltou a falar com a imprensa, dessa vez com Geoff Barton da revista Classic Rock/Metal Hammer: “Bebemos muito naquele bar, mas confesso que em nenhum momento eu vi Bon tomar alguma droga. No fim da noite ofereci uma carona a ele e ele topou, então fui levá-lo ao seu apartamento. Durante a viagem, Bon apagou e então quando cheguei em seu apartamento eu tentei chamar a sua namorada, mas ela não estava lá... Peguei as chaves de Bon e entrei em seu apartamento, mas ele estava vazio. Não consegui acordá-lo e muito menos carregá-lo pra dentro, pois eu também estava bêbado. Liguei para Silver para pedir um conselho, pois estava um frio dos infernos e Bon estava sozinho no carro. Silver me disse que Bon costumava sempre apagar daquela maneira e o melhor a se fazer era deixá-lo dormir tranquilamente. Então fui para o meu apartamento e deixei Bon dormindo no carro, com um cobertor e um bilhete, caso ele acordasse...”.
Malcolm e Angus souberam da notícia imediatamente, e coube a Malcolm a cruel incumbência de dar a triste notícia para os pais de Bon, na Austrália. De qualquer forma seria melhor ouvir através de Malcolm do que ler no jornal ou ver na TV a tragédia envolvendo o próprio filho... Malcolm, diferente de Angus, encarou a morte de Bon com uma certa raiva: “Bon sempre desaparecia no final de um show e sumia completamente, sem deixar nenhum vestígio. Quando estávamos passando o som para o show seguinte, ele simplesmente aparecia do nada. Bon podia beber com frequência e sempre aprontar das suas, mas sempre que precisamos dele no palco ele estava lá. Era um cara super profissional. O mais difícil agora é ter que lidar com o fato de que Bon não irá aparecer nunca mais pra fazer o show com a gente em cima da hora... Ele se foi pra sempre”.
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Um fã recentemente perguntou para Angus Young algo do tipo: “Se Bon voltasse para a Terra para matar um tempo, que sons do AC/DC você tocaria para ele?”. Angus respondeu: “Antes de tudo eu iria perguntar, ‘como é o menu no inferno?’ (risos). Pois certamente seria isso que ele me perguntaria se estivesse no meu lugar. Mas eu tocaria ‘Back In Black’ e ‘Black Ice’ e tenho certeza que ele adoraria ambas. Ele certamente voltaria fazendo uma coisa muito louca (risos)... Temos muitas saudades de Bon até hoje. É raro na vida você se deparar com alguém com tamanha personalidade e carisma, e quando isso acontece, essa pessoa estará pra sempre contigo, seja em suas lembranças ou em suas atitudes...”.

Fonte: AC/DC: os últimos dias do vocalista Bon Scott http://whiplash.net/materias/poeira/103103.html#ixzz2cG5uAbsN

Van Halen lançará box de álbuns com David Lee Roth




 O Van Halen anunciou o lançamento de um box chamado "Van Halen: The Studio Albums 1978-1984", que estará à venda a partir de 26 de março. A caixa, uma edição limitada, terá seis CDs, que vão desde o álbum de estreia autointitulado, lançado em 1978, até o disco “1984”.
Muitos dos maiores sucessos da banda estão neste box, como as músicas "Ain't Talkin' 'Bout Love", "Runnin' With The Devil", "Jump", "Dance The Night Away", "Unchained", "Everybody Wants Some", "Hot For Teacher" e "Panama". Os seis CDs foram remasterizados.

"The Studio Albums 1978-1984" já está em pré-venda no site www.vanhalenstore.com.


 Font: http://superrockbrasil.com/noticia/index/20

sábado, 10 de agosto de 2013

50 Curiosidades dos Rolling Stones

50 Curiosidades dos Rolling Stones

Em homenagem a essa lenda musical, que ainda hoje faz shows antológicos, o Blog  preparou uma lista de 50 curiosidades. Confira:


1. O músico Michael Phillip Jagger, que se tornaria líder da banda Rolling Stones, nasceu em 26 de julho de 1943 em Dartford (Inglaterra). Seu pai, Basil “Joe” Jagger, era professor de ginástica. A mãe, Eva Scotts, é australiana.

2. Aos 15 anos, Mick Jagger participou da série de televisão Seeing Sport, demonstrando como escalar uma rocha e montar uma barraca.


3. Mick Jagger e Keith Richards conheceram-se na escola Wentworth County Primary, no começo dos anos 50.

4. Em 1958, o guitarrista Brian Jones saiu da escola com nove notas zero. Em 1959, Mick Jagger quase alcançou o feito: tirou sete zeros.

5. Aos 16 anos, Brian Jones já tinha dois filhos não assumidos.

6. Em 1960, Mick Jagger ingressou na Escola de Economia de Londres. Ele largou o curso para formar a banda.

7. A primeira apresentação dos Rolling Stones contou com o baterista Mick Avory, que logo largou a banda. Mais tarde, ele se juntou ao The Kinks.

8. Quando os Rolling Stones estavam no começo da carreira, uma revista masculina chamada Combo publicou o boato, depois desmentido, de que Mick Jagger iria fazer uma operação de troca de sexo na Suécia.

9. A primeira sessão de gravação oficial dos Rolling Stones aconteceu em maio de 1963. No mesmo ano, a banda apareceu na TV pela primeira vez. Foi no programa “Thank Your Lucky Stars”, no dia 7 de junho.
10. Em 1963, os garotos do Rolling Stones eram considerados exóticos por usarem cabelos longos. No Natal daquele ano, a banda divulgou uma campanha dizendo “Boas festas aos cabeleireiros que estão morrendo de fome”.

11. O empresário dos Stones, Andrew Loog Oldham, um jovem de 19 anos, enxergava nos rapazes o oposto da imagem “certinha” dos Beatles. Lançou a campanha “Você deixaria sua filha se casar com um Rolling Stone?”, que fez grande sucesso.

12. Em 1964, um rapaz chamado Laurie Yarham, de 16 anos, ganhou um concurso de imitação de Jagger. Depois se descobriu que ele na verdade era o irmão mais novo do cantor, Chris Jagger


13. O nome da banda Rolling Stones não foi inspirado no hit Like a Rolling Stone, de Bob Dylan, como muitos pensam. Essa música só foi lançada em 1965, três anos depois da fundação dos Stones. Quem ajudou a batizar o grupo foi, na verdade, Muddy Waters, com sua canção Rolling Stone, da década de 40. Foi Brian Jones quem sugeriu o nome. Como ninguém teve ideia melhor, a escolha foi aceita. Mas no início a banda se chamava “Rolling Stones Blues”.


14. Em 1965, o guitarrista Keith Richards mostrou aos outros integrantes do Rolling Stones o esboço de Satisfaction. O grupo decidiu gravar a canção sem confiar que teria apelo comercial. Ela acabou se tornando seu maior sucesso e um dos grandes clássicos do rock.


15. Em dezembro de 1965, Keith Richards levou um choque acidentalmente e demorou 7 minutos para recuperar a consciência.

16. Mick Jagger tirou uma frase da música Paint it Black (1966) do livro Ulisses, de James Joyce. Trata-se de “I turn my head until my darkness goes”, que significa “eu viro a cara até que a minha escuridão se vá”. A música gerou polêmica na época porque, no encarte do disco, colocaram uma vírgula antes da palavra “black”. Muitos acharam a atitude racista, já que “paint it, black” pode significar “pinte, negro”. Sem a vírgula, a frase tem outro sentido: “pinte de preto”.


17. A música We Love You, de 1967, conta com John Lennon e Paul McCartney nos backing vocals. O hit I Wanna Be Your Man (1963), gravado pelos Stones, foi escrito pela dupla.


18. Mick Jagger, Keith Richards & Cia. não cansam de provar ao mundo o sucesso de sua equação matemática: a longevidade de uma banda de rock é inversamente proporcional ao quanto seus integrantes se comportam bem. Só entre 1967 e 1977, período que é considerado seu auge criativo, foram mais de dez prisões – por porte e cultivo de maconha, posse ilegal de armas, agressões e consumo de heroína e anfetaminas.

19. A partir de 1968, Mick Jagger começou a vir com freqüência ao Brasil. Na sua segunda visita, ele trouxe Keith Richards e juntos compuseram Honky Tonky Women, na Fazenda Boa Vista, do banqueiro Walter Salles.


20. Era para o álbum Beggar’s Banquet ter sido lançado em maio de 1968, mas a gravadora Decca adiou o projeto para dezembro. Na festa de lançamento, em resposta, os Stones jogaram tortas nos rostos dos executivos da gravadora.

21. Em 1969, os Stones amargaram a morte de um fã em pleno show. O jovem negro Meredith Hunter foi assassinado por um membro da gangue de motoqueiros Hell’s Angels, recrutados para a segurança de um show nos Estados Unidos. Hunter foi morto a facadas enquanto a banda tocava Under My Thumb.

22. Um dos operadores de câmera do documentário Gimme Shelter (1970), sobre o Rolling Stones, era ninguém menos que o hoje lendário diretor George Lucas.


23. Martin Scorsese usou a música Gimme Shelter, do Rolling Stones, em quatro de seus filmes. 


24. Em 1971, quando estreou o Rolling Stones Records, selo próprio da banda, também foi criado o famoso logotipo em forma de boca. Há um grande engano quanto ao criador da marca registrada dos Stones. A maioria das pessoas acredita ser Andy Warhol, uma vez que ele desenhou a capa do álbum Sticky Fingers, no qual o logotipo apareceu pela primeira vez. No entanto, o verdadeiro autor é John Pasche. O designer ouviu a ideia de Mick Jagger, que sugeriu a boca de uma deusa hindu, e a adaptou-a para criar a língua dos Stones.


25. Em 1969, Mick Taylor entrou no lugar de Brian Jones, que, devido ao envolvimento com drogas, já não apresentava um bom desempenho. Meses depois, Brian foi encontrado morto dentro da piscina de sua casa, em Sussex (Inglaterra).  Taylor foi substituído por Ron Wood em 1975. Os guitarristas Jeff Beck e Peter Frampton eram outras opções.

26. Em 2000, Ron Wood foi internado na clínica de reabilitação Priory, no subúrbio londrino de Southgate. É a mesma clínica que tratou Amy Winehouse e a modelo Kate Moss.

27. Keith Richards e Mick Jagger apareceram no episódio How I Spent My Strummer Vacation, de Os Simpsons, em 2002.

28. Mick Jagger filmou no Brasil, em 1984, Running out of Luck. O cantor Ritchie fez uma ponta no longa-metragem.
29. O pianista Ian Stewart morreu em 1985, aos 47 anos, de ataque cardíaco. Ele nunca foi considerado um membro oficial da banda por não exibir uma imagem correspondente à dos Stones.

30. Charlie Watts, o baterista do Rolling Stones, perguntado por que a banda voltaria a fazer turnê, respondeu: “Resolvemos voltar porque vivemos no mundo da música dominado por Britney Spears”. A cantora já fez uma versão de Satisfaction, dos Stones.


31. Bill Wyman deu adeus ao grupo em 1992. Quem o substituiu no baixo foi Darryl Jones, que não é considerado um membro oficial da banda.

32. Em 1994, os próprios Rolling Stones convidaram Rita Lee a abrir seus shows no Brasil, realizados no início do ano seguinte. Em 28 de dezembro, poucos dias antes da apresentação, a cantora foi internada e chegou a ficar em coma. Noticiaram que a causa teria sido o uso do calmante Lexotan com bebida alcoólica, mas ela mesma anunciou que passara mal por causa de um chá alucinógeno. Rita Lee se recuperou e acabou fazendo os shows para os Stones. Na última apresentação carioca, Mick Jagger ligou para ela e lhe pediu que trocasse de lugar com o Spin Doctors e fizesse o show imediatamente antes dos Stones.

33. Keith Richards é vítima de lendas tétricas. Os boatos diziam que o guitarrista do Rolling Stones precisava se livrar com urgência do vício de cocaína para participar de uma importante turnê europeia. Recorreu a um tratamento de choque: fez uma transfusão integral de sangue. Desde então, para continuar vivo, precisaria refazer periodicamente essa hemodiálise “total”. A fofoca ganhou força depois que o próprio Richards confirmou a história a um jornalista. Depois, assumiu que era uma piada.

34. Durante toda a carreira, a banda ganhou apenas duas estatuetas Grammy, uma delas pelo álbum Voodoo Lounge, de 1994.

35. O espetáculo Voodoo Lounge, realizado em 1995 no estádio do Pacaembu, foi anunciado assim: “Senhoras e senhores, pela primeira vez no Brasil, Rolling Stones, a maior banda de Rock do Mundo!” Nesse show, a potência sonora dos equipamentos foi de 2 milhões de watts e causou traumas acústicos a várias pessoas.

36. O único álbum do Rolling Stones que não chegou aos cinco primeiros colocados das paradas inglesas foi Bridges To Babylon (1997), que empacou no 6º lugar.

37. Em fevereiro de 1998, na segunda turnê dos Stones pelo Brasil, Mick Jagger conheceu a modelo brasileira Luciana Gimenez. Encontraram-se na véspera da estreia no Rio de Janeiro, numa festa em Santa Tereza. Em maio de 1999, nasceu Lucas, fruto do romance de oito meses que tiveram. Além do garoto, o cantor tem outros seis filhos, com quatro mulheres diferentes.

38. Para aplacar a fúria de sua ex-mulher, a modelo texana Jerry Hall, Mick Jagger retirou 15 milhões de dólares do seu patrimônio. O pivô da separação foi a gravidez da modelo e apresentadora brasileira Luciana Gimenez.

39. Os Rolling Stones assinaram com a gravadora Decca em 1963. Próximo ao encerramento do contrato, em 1971, a gravadora cobrou do grupo uma última música que eles supostamente deviam à empresa. Irritado, Mick Jagger entrou com seu violão no estúdio e gravou um blues cheio de palavrões. A música, é claro, nunca foi veiculada.

40. Em 2003, Mick Jagger recebeu da coroa britânica o título de “Sir”. A cerimônia demorou 18 meses para ocorrer porque a agenda do cantor vivia lotada de compromissos. A concessão da honraria causou polêmica. Keith Richards declarou à imprensa que achava um “absurdo” Mick aceitar “uma dessas medalhas do sistema”.

41. Certa vez, quando Mick Jagger foi levar seu filho à escola, as crianças que estavam no local exclamaram: “Olha, é o homem que fazia parte dos Beatles!”.

42. A canção Sympathy for The Devil (“Compaixão pelo Diabo”), presente no álbum The Beggar’s Banquet, teve influência dos batuques dos centros de umbanda frequentados por Mick Jagger na Bahia.

43. Os Rolling Stones tinham um jatinho particular chamado Lapping Tongue (algo como “Língua Rotativa”). Dentro dele, aprontaram poucas e boas. Uma vez, assistiram à relação sexual de um médico que acompanhava o grupo com uma fã da banda. Quando eles mudavam de posição, os roqueiros gritavam e aplaudiam.

44. Em 2004, um baixo roubado de Bill Wyman foi devolvido quase 40 anos depois. O instrumento havia sumido em 1966, durante uma turnê que os Stones faziam na Nova Zelândia, e tinha passado os 15 anos anteriores ao retorno na casa de um músico local, que o havia recebido como parte de um pagamento. Quando descobriu a história do baixo, o músico o devolveu a Wyman.

45. A cantora Sheryl Crow declarou à imprensa que “a coisa mais complicada de estar no ramo do rock é que, não importa o quão boa seja a sua canção, ela sempre parecerá um rascunho de uma música dos Rolling Stones”.

46. Para fazer um show na praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, em 2006, o Rolling Stones exigiu: uma sala de ginástica; quatro Mercedes pretas blindadas, com motorista bilíngue; 48 garrafas de vinho tinto e branco; 65 aparelhos de videogame; uma mesa de sinuca; uma mesa de pebolim; e 5 litros de leite de soja. Um público de cerca de 1,5 milhão de pessoas compareceu no show. A banda já havia tocado no Brasil em 1995 e 1998.

47. Em 2006, os Rolling Stones eram a banda mais rica da indústria musical, com um patrimônio de 750 milhões de dólares. Só a turnê desse ano arrecadou 138 milhões.

48. O Rolling Stones emplacou, ao longo de sua carreira, 9 discos em primeiro lugar nas paradas de sucesso. A banda figura, junto com Elvis Presley, em segundo lugar nos recordes mundiais. Só perde para os Beatles, que conseguiram o feito com 19 discos.

49. Em homenagem a Marlon Brando, Keith Richards batizou um de seus filhos de Marlon.

50. Há rumores de que os vocais da música Time Waits For No One foram feitos por Bob Dylan. Especialistas já confirmaram a suposição, mas a banda nunca confirmou o feito

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Curiosidades sobre o Iron Maiden


O nome da banda, Iron Maiden, foi inspirado em um instrumento de tortura medieval que aparece no filme "O Homem da Máscara de Ferro". Esse também era o apelido da ex-primeira ministra britânica Margaret Thatcher, que aparece nas capas dos compactos "Women in Uniform" e "Sanctuary".
Em 1992 a banda Iron Maiden foi proibida de tocar no Chile. A Igreja Católica pediu ao governo providências contra a apresentação da banda e foi atendida. 

O termo NWOBHM (New Wave Of British Heavy Metal) foi criado pelo jornalista Geoff Barton numa matéria sobre o Iron Maiden escrita para a revista 'Sounds' em 1979. Mais tarde Geoff fundaria a Kerrang!, revista considerada hoje uma verdadeira bíblia do Heavy Metal.

Um fã da banda entrou em coma após cair e bater a cabeça no chão durante uma apresentação do Iron Maiden em 1989. Seis meses depois despertou enquanto ouvia um tape-deck, justamente uma fita da banda Iron Maiden!

Quando o "The Number Of The Beast" atingiu o topo da parada britânica, os integrantes do Iron Maiden declararam à imprensa que diversas coisas estranhas aconteceram durante as gravações, tais como amplificadores que se recusavam a funcionar sem razão aparente e fitas que se apagavam ou onde surgiam vozes esquisitas. Porém, talvez a melhor das histórias tenha sido a que logo após a gravação da faixa título o produtor do álbum, o lendário Martin Birch, sofrera um pequeno acidente de carro, cujo conserto teria custado exatas 666 libras esterlinas...

Sentindo que precisavam divulgar seu trabalho, os então integrantes do Iron Maiden (Steve Harris, Dave Murray, Doug Sampson e Paul Di'Anno) juntaram 200 libras e se dirigiram ao Spacewood Studios em Cambridge, na antevéspera do ano novo de 1979, onde gravaram quatro músicas: "Prowler", "Invasion", "Strange World" e "Iron Maiden". Porém, o dinheiro era insuficiente para pagar a fita master, e a única coisa que conseguiram foram cópias só fitas cassete sem edição e sem mixagem. 

Entretanto, uma destas cópias foi parar na mão de Neal Kay, proprietário do Bandwagen Soundhouse, pub do Kingsburry Circle, na parte noroeste de Londres. Quando este resolveu tocar a fita numa noite, o público veio abaixo, e logo o Iron foi convidado para se apresentar ao vivo no local, que até então não aceitava bandas desconhecidas! 

Em outubro de 1979 a banda faz um "showcase" (show de demonstração para chamar a atenção das gravadoras, porém, como nenhuma se interessou, em novembro a banda um selo próprio, chamado "Rock Hard Records", e transformam a fita demo num disco independente. Os caras pegam as fitinhas K7 que tinham (já que o Spaceward Studios tinha apagado as fitas master) e copiam três músicas para o EPzinho ("Prowler" de um lado e "Iron Maiden" e "Invasion" do outro), intitulando-o "The Soundhouse Tapes" em homenagem ao pub. Foram prensadas apenas cinco mil cópias do disco, vendidas quase que imediatamente nos shows e via correio. Aí então a EMI se interessa, e a banda assina com a superpoderosa gravadora em 28 de dezembro, quase um mês após o lançamento do EP, que como nunca mais foi reeditado, é hoje em dia o ítem mais cobiçado (e pirateado) da banda.

A letra de "Stranger In A Strange Land", faixa do albúm "Somewhere In Time" fala sobre uma expedição que se perdeu no Pólo Norte, no qual Adrian Smith encontrou um dos sobreviventes, episódio este que inspirou a banda a escrever a música, cujo título é inspirado num livro escrito por Robert Heinlein - mas a música não têm nenhuma outra relação com o livro.

Font: http://superrockbrasil.com/noticias/curiosidades-sobre-o-iron-maiden/524

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Show do Red Hot Chili Peppers em São Paulo será transmitido na TV

 
 
O show que o Red Hot Chili Peppers  fará em São Paulo no Anhembi, dia 7 de novembro será transmitida ao vivo pelo  Multishow. A informação é do Diretor Geral da emissora, Guilherme Zattar, que postou a notícia via twitter.
Além  do show em São Paulo, que terá a abertura da banda Yeah Yeah Yeahs, a banda também se apresentará no Rio de Janeiro e Minas Gerais como parte do projeto Circuito Brasil.
 
Font: http://superrockbrasil.com/noticias/show-do-red-hot-chili-peppers-em-sao-paulo-sera-transmitido-na-tv/517